domingo, 8 de junho de 2008

Amor


Não confundas o amor...
amor não é como que uma prisão mas sim o perfeito sentimento de liberdade...


Pablo Neruda

Dois...
Apenas dois.
Dois seres...

Dois objetos patéticos.

Cursos paralelos

Frente a frente...
Sempre...
...A se olharem...

Pensar talvez:
“Paralelos que se encontram no infinito...”
No entanto sós por enquanto.

Eternamente dois apenas.

Nega-me o pão, o ar,

a luz, a primavera,
mas nunca o teu riso,
porque então morreria.

Paulo Braccini

enfim, é o que tem pra hoje...

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